Atenção alunos e professores de Inglês, dia 27 de maio, estaremos lançando, em parceria com a URCA e Geopark Araripe, a Cartilha "My Cariri - Inglês para Turismo Receptivo no Território do Geopark Araripe.
segunda-feira, 22 de maio de 2023
My Cariri- Ingles para Turismo Receptivo no território Geopark Araripe trabalho de Dr. Michel Macedo Marques
Programações do 161º anos da Beata Maria de Araújo
VI EDIÇÃO DA MOSTRA POEMAS PARA MARIA
Brejo Santo, Barro, Lavras da Mangabeira, Mauriti e Missão Velha ganham cartórios eleitorais a partir desta segunda (22)
domingo, 21 de maio de 2023
Constituição e Lei Maria da Penha ganham tradução em idioma indígena
Quinze tradutores indígenas estão trabalhando em uma tradução da Constituição Federal para o nheengatu, língua de origem tupinambá falada por diversos povos que vivem na região amazônica. O trabalho deve ser concluído em outubro, com o lançamento da obra em uma cerimônia na cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM). Será a primeira versão da Carta Magna em idioma indígena.
A iniciativa é do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está sendo coordenada pelo presidente da Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, e pelo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) José Ribamar Bessa. Outro projeto pretende traduzir a Lei Maria da Penha para idiomas indígenas, atendendo a uma demanda apresentada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Segundo Lucchesi, essas iniciativas são apenas o começo.
“Como o nheengatu tem uma relação importante com a língua portuguesa, no sentido de ser permeável, a gente vai dar uma ampliação maior no diálogo com a perspectiva jurídica”. Lucchesi destaca também duas questões associadas a essas iniciativas: disseminar o direito e dar protagonismo às línguas originárias.
O nheengatu é conhecido como língua geral amazônica. Ela começa a se formar espontaneamente por meio do contato entre indígenas de diferentes etnias nos aldeamentos coloniais, mas passa por diversas transformações por influência dos portugueses, sobretudo dos missionários religiosos que buscaram gramatizá-la e padronizá-la. No livro Introdução ao Estudo das Línguas Crioulas e Pidgins, o pesquisador Hildo Couto define o nheengatu como idioma cujo léxico é constituído a partir do tupi, enquanto a gramática se aproxima do português.
Apesar de ser um trabalho que Lucchesi vem desenvolvendo de forma pessoal, as traduções se alinham com um dos focos de atuação da Biblioteca Nacional sob sua gestão: aumentar o acervo da instituição relacionado aos povos indígenas e outras populações tradicionais do país. “São quase 300 línguas no Brasil, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]. Estamos conferindo e organizando o ordenamento dos livros bilingues, para que a Biblioteca também os acolha”, explica.
A ampliação do acervo já está em andamento. A instituição está guardando fotos de populações do Vale do Javari, no Amazonas, produzidas no mês de março durante expedição que contou com a participação de Luchesi. Além disso, nos próximos dias, serão recebidas cópias de cartazes elaborados pelo TJMT que trazem informações importantes nas línguas maternas de vários povos indígenas.
“A Biblioteca Nacional é o espelho da memória do país. Se o Brasil desaparecesse e a Biblioteca Nacional ficasse, ela teria a capacidade de especular, refletir e devolver a imagem do país, porque aqui existem vários brasis. Ela tem aqui dentro a polifonia, todas as vozes”, avalia Lucchesi. Ele adiantou que a instituição está programando viagens a territórios quilombolas para também produzir registros nesses locais. “Estamos hoje preocupados em ampliar o nosso dossiê étnico”.
Internacionalização
A Biblioteca Nacional também está intensificando projetos de internacionalização da cultura brasileira. Um deles é a concessão de bolsas de tradução de obras brasileiras com demanda de leitores em outros países. Por meio dessa iniciativa, a obra A Paixão Segundo GH, de Clarice Lispector, ganhou em fevereiro sua primeira tradução em ucraniano. A autora nasceu no país europeu, mas veio para o Brasil ainda pequena, naturalizando-se depois.
Um aporte de R$ 1 milhão foi feito pelo Ministério da Cultura para financiar as bolsas este ano. De acordo com Lucchesi, a instituição pleiteia recursos também para a expansão do prédio anexo e para acelerar a digitalização das obras. Atualmente, cerca de um terço do acervo de mais de 10 milhões de itens está digitalizado.
Caririense Dr. Francisco Nicanor Araruna Macedo é eleito na Academia Nacional de Medicina
ACADÊMICOS ELEGEM NOVOS MEMBROS TITULARES, HONORÁRIOS E CORRELEIÇÕES PENÁRIAS PARA ELEGER MEMBROS TITULARES, HONORÁRIOS NACIONAIS, CORRESPONDENTES NACIONAIS E ESTRANGEIROS
PARA MEMBRO TITULAR, FORAM ELEITOS O DR. ROLF GEMPERLI PARA CADEIRA Nº 35, VAGA PELO FALECIMENTO DO ACADÊMICO ERNANI VITORINO ABOIM SILVA; DR. FRANCISCO NICANOR ARARUNA MACEDO PARA CADEIRA Nº 77, VAGA PELO FALECIMENTO DO ACADÊMICO HILDOBERTO CARNEIRO DE OLIVEIRA; E DR. FLÁVIO PEREIRA KAPCZINSKI PARA CADEIRA Nº 53, VAGA PELO FALECIMENTO DO ACADÊMICO FÚLVIO JOSÉ CARLOS PILEGGI.DR. ROLF GEMPERLI ELEITO PARA CADEIRA Nº 35, VAGA PELO FALECIMENTO DO ACADÊMICO ERNANI VITORINO ABOIM SILVA
Na última quinta-feira (18), a Academia Nacional de Medicina (ANM) celebrou mais uma noite emocionante de Eleições Plenárias para eleger Membros Titulares, Honorários Nacionais, Correspondentes Nacionais e Estrangeiros. Foram 62 votos presenciais e 23 votos por correspondência, representando 95% dos Acadêmicos em condições de exercer o direito ao voto.
Dr. Francisco Nicanor Araruna Macedo é formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco e possui especialização em cirurgia pediátrica pelo Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas, Fellow in Pediatric Urology pela Universidade de Toronto e mestrado em Saúde da Criança e da Mulher pela Fundação Oswaldo Cruz. Atualmente, é cirurgião e urologista pediátrico no Hospital Estadual da Criança e professor titular na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Ele ocupará, na Secção de Cirurgia, a Cadeira Nº 77, antecedido pelo Acadêmico Hildoberto Carneiro de Oliveira, falecido em junho de 2020, e do Patrono Jesuíno Carlos de Albuquerque.
Dr. Rolf Gemperli concluiu sua graduação e doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde também foi professor livre docente em clínica cirúrgica e professor titular do Departamento de Cirurgia. Atualmente, é chefe do Departamento de Cirurgia e Vice-Coordenador do Programa de Pós-Graduação da FMUSP. Ele ocupará, na Secção de Cirurgia, a Cadeira Nº 35, antecedido pelo Acadêmico Ernani Vitorino Aboim Silva, falecido em junho de 2020, e do Patrono José Thompson Motta.
Para as vagas de Honorários Nacionais, os títulos foram concedidos à Drª. Maria da Silva Pitombeira, Dr. Hildo C. Azevedo Filho e Dr. Ângelo Alves de Mattos. As vagas de Correspondentes Nacionais foram preenchidas pelos Dr. Aldo da Cunha Medeiros, Dr. Renato Villela Loures, Dr. José Eduardo de Aguilar Siqueira do Nascimento, Dr. Henrique Batista e Silva, Dr. Bernardo Galvão e Dr. José Luiz Martins do Nascimento. E as de Correspondentes Estrangeiros foram ocupadas pelos Dr. Luis Souhami, Dr. Patrice Tran Ba Huy e Dr. Patrice Debre.
fonte: Academia Nacional de Medicina







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