quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Dois homenageados com a Comenda José Fausto Guimarães

 Jornalista Robeto Bulhões                                                 Maçom José Ferreira Azevedo
A Loja Maçônica Cavalheiros Spartanos Nº 85, instituiu a Comenda José Fausto Guimarães, como homenagem justa a um filho desta terra que foi um ilustre maçom e um homem de bem, que soube marcar com feitos indeléveis sua passagem pela terra. Todos os anos os Obreiros Spartanos homenageiam, com a entrega dessa comenda, duas personalidades: uma maçônica reconhecida como de grande importância   para o crescimento e reconhecimento social da instituição e a segunda, um cidadão no seio da sociedade não maçônica
Por ser destaque com sua valorosa participação para o desenvolvimento cultural e social e do soerguimento da terra do Padre Cícero a personalidade não maçônica de Juazeiro do Norte, escolhida para receber a comenda neste ano de 2017, é o Jornalista Roberto Bulhões. Já o maçom que será homenageado é o senhor José Ferreira Azevedo, membro ativo da Loja Cavalheiros Spartanos nº 85. A Cerimônia de outorga da COMENDA JOSÉ FAUSTO GUIMARÃES, será realizada às 20h30min do dia 07 de dezembro do corrente ano, nas dependências da Loja Maçônica Cavalheiros Spartanos Nº 85, - Rua Santa Rosa nº 346, Bairro Socorro.
(Texto: Jucimar Leite)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Secult Juazeiro do Norte dá posse ao Conselho Municipal de Cultura

A Secretaria de Cultura de Juazeiro do Norte (Secult) deu posse ao Conselho Municipal de Cultura do Município, eleito em 27 de setembro de 2017, na manhã desta segunda-feira, 27, no auditório da Fundação Memorial Padre Cícero.

A Secult substituiu o tradicional formato de solenidade oficial por uma roda de conversa mais informal com todos os membros do Conselho que tomaram posse na ocasião. A decisão partiu do Secretário de Cultura Alemberg Quindins com o objetivo de aproximar mais os artistas da Secult e seus técnicos. 

Na oportunidade, o organograma da Secretaria de Cultura foi apresentado a todos os presentes, bem como os devidos encarregados de cada setor ou função.

O Secretário Alemberg Quindins ressaltou que o trabalho da Secult tem sido feito baseado num planejamento bem elaborado. A ideia é que, com a atuação do novo Conselho Municipal, os artistas possam acompanhar esse trabalho e contribuir para as realizações e execuções dos projetos.

Além da posse o momento se destinou também para eleger a Mesa Diretora do Conselho Municipal de Cultura. Ele deverá reger os trabalhos dos membros da instância, cuja vigência é dois anos.

Conselho Municipal de Cultura
O Conselho Municipal de Cultura é uma instância deliberativa que institucionaliza a relação entre a administração municipal e os setores da sociedade civil ligados à cultura, participando da elaboração e da fiscalização das políticas culturais do Município.

Em Juazeiro do Norte, os membros deste conselho são:

Representantes do Poder Público
Secretaria de Cultura
Titular: Francisco Alemberg de Souza Lima
Suplente: Erivaldo Gomes Casimiro
Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho
Titular: Rafaella Barreiro Gonçalves Duarte
Suplente: Luís Soares da Costa Neto
Secretaria de Educação
Titular: Francisco Pereira de Mascena
Suplente: José Edval Dias da Silva
Secretaria de Esporte e Juventude
Titular: José Adauto Ribeiro
Suplente: Valdemir Alves da Costa
Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos
Titular: Gilbene Calixto Pereira Claudino
Suplente: Evilania Silva de Brito
Representantes da Sociedade Civil
Tradição Popular
Titular: Carlos Alberto Gomide de Freitas
Suplente: José Nilton do Nascimento de Souza
Associações Culturais
Titular: Josiel Bernardo da Silva
Suplente: Francisco Josué Farias da Silva
Literatura
Titular: Maria Rozário Lustosa da Cruz
Suplente: Arnaldo Damásio da Silva
Artes Cênicas
Titular: Luciom Caera
Suplente: João Bezerra Alves
Artes Visuais
Titular: Petrônio Sampaio de Alencar
Suplente: José Stênio Silva Diniz
Música
Titular: Lindembergue Alves Costa
Suplente: Luciano Pimentel Brayner
Fonte: ASCOM/PMJN.Foto: Samuel Macedo

domingo, 26 de novembro de 2017

Livro inclui Padre Cícero na categoria de "santos fortes"


Pensar o Brasil a partir da crença nos santos. Esse foi o impulso inicial para o livro "Santos fortes -- raízes do sagrado no Brasil", escrito a quatro mãos pelos historiadores Leandro Karnal e o sorocabano Luiz Estevam de Oliveira Fernandes. 
Antes mesmo do lançamento oficial (em 7 de dezembro a dupla lança a obra no Rio de Janeiro), "Santos fortes" já figura nas listas dos livros de não-ficção mais vendidos do país desde a pré-venda iniciada no mês passado.
Publicado pela editora Rocco, sob o selo Anfiteatro, o livro de 216 páginas discorre sobre o culto, as vidas e as lendas em torno desses homens e mulheres a quem os brasileiros recorrem para reforçar os pedidos de interferência divina. "Selecionamos santos com mais popularidade no Brasil, mas claro que sempre alguém vai reclamar que faltou um ou outro. Procuramos abordar a faceta deles na vida do brasileiro, de onde surgem algumas relações curiosas como o gesto de colocar o santo de ponta cabeça ou tirar o Menino Jesus dos braços", exemplifica Fernandes.
A publicação também aborda os "santos fora do altar", como os autores chamam aqueles que são objeto de culto, apesar de não terem sido canonizados pela Igreja Católica, como Padre Cícero e João de Camargo, que viveu na região de Sorocaba.

Luiz Fernandes detalha que durante a pesquisa para o livro mapeou dezenas de santos "não-oficiais". Segundo ele, são recorrentes em cidades de todo o Brasil manifestações de devoção a crianças mortas tragicamente, como a menina Julieta, conhecida como a "Santinha de Sorocaba", assassinada 1899, cujo o túmulo é um dos mais visitados do Cemitério da Saudade.

O historiador comenta que a palavra santo, que para a Igreja Católica é "aquele que está no paraíso", tem origem em "sancto" (sanção, em latim), ou que "possui sanção para estar no céu". "A igreja não transforma ninguém em santo, porque eu, você e o leitor do Cruzeiro do Sul têm potencial para ser santo, mas ela apenas reconhece a santidade nessas pessoas", assinala.

Doutor em História Cultural e professor da Universidade Federal de Ouro Preto, o historiador sorocabano radicado em Campinas destaca que o livro não tem a pretensão de analisar dogmas religiosos ou sequer os milagres atribuídos aos santos. "Não é um livro apenas para religioso. É uma abordagem histórica e sociológica, para todos os públicos, curiosos, protestantes, ateus...", afirma.
De acordo com os autores, os brasileiros, de maneira geral, nutrem forte simpatia por santos, fruto da colonização portuguesa católica, misturada às entidades das religiões africanas, cujas as divindades eram cultuadas nas figuras aos santos de origem europeia. Desta mescla, defendem, nasce uma espiritualidade peculiar, bastante distinta das praticadas na maior parte do mundo. "No Brasil, a história de santos e orixás, como Santa Barbara e Iansã e São Jorge e Ogum se entrelaçam. A gente também procurou falar dessa relação nem sempre cordial com a fé dos outros. Mas além dos problemas e mazelas, a gente conta histórias curiosas e pitorescas", acrescenta.
Curiosidades, aliás, não faltam no livro, especialmente nas histórias atribuídas aos santos não-canônicos. É o caso São Longuinho, invocado quando o devoto perde algum objeto e que, ao ser encontrado, é recompensado por três pulinhos. O santo, segundo os autores, seria um romano que teria perfurado o corpo de Cristo na cruz com uma lança e seu nome tem origem na corruptela de "Longinus", a forma latinizada do grego "lonche" - que identifica cinco mártires.
Fonte: http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/839067

sábado, 25 de novembro de 2017

Lançamento do livro de Cícero Braz

O juazeirense Cícero Braz de Almeida vai lançar no próximo dia 1º de dezembro, na Churrascaria Sal e Fogo, a partir das 19h, seu livro No quintal dos meus avós. O evento contará também com  um show musical do próprio autor (que também é músico), Lifanko Cariri e Rafael Menezes, portanto uma movimentada noite onde literatura e música se encontrarão para deleite dos presentes.  
O LIVRO
Segundo o autor informou, o livro “é um pouco de minha história dentro da vida dos meus avós maternos, onde conto a trajetória deles, de Juazeiro a Brasília. São "causos" engraçados do meu avô, o que torna a leitura divertida, romântica, contextualizada com fatos históricos nacionais. No fundo, é uma homenagem que faço a eles pelo tanto que fizeram por mim”.
Os avós maternos de Cícero são Pedro José da Rocha e Francisca Pereira da Rocha, ele pernambucano e, ela, juazeirense, ambos comerciantes.  Seu Pedro chegou a Juazeiro três anos após o falecimento do Padre Cícero de quem era devoto. 
O AUTOR
Cícero Braz Almeida é ator, poeta, compositor, cordelista, filho de Juazeiro e, depois de morar em Brasília, Fortaleza, Juazeiro e Natal, buscando neste nomadismo fincar raízes, optou por morar na simpática cidade de Parnaíba/PI, onde reside e é casado com Danielle, neta de João Barbosa.
Estudou no Colégio Salesiano São João Bosco em Juazeiro do Norte, depois cursou (mas não chegou a concluir)  Geologia e Comunicação na conceituada UnB-Universidade de Brasília. Sua vida profissional se consolidou no ramo bancário, ingressando na Caixa Econômica Federal, estando hoje desfrutando de uma merecida aposentadoria.
Como escritor, quando residia em Brasília,  fez um pré-lançamento do livro de poemas  Porta estreita. Afora a obra que vai lançar em Juazeiro, ele tem prontos mais três: Nenúfares, Outros versos e poemas e Crônicas do cotidiano.  Foi vencedor de vários concursos de poesia em Fortaleza (promovido pela APCEF) e Brasília (UnB).
Como músico, compositor e cantor tem parceria musical com Lifanco Kariri, com a música A oitava cor, feita para homenagear sua filha, Mariana, pelo término do curso de Medicina; com Gilmar Nunes, gravou Transido de Amor, além de outras gravadas por Bernardo e Jonh Taylor.
Sua passagem pelo teatro tem um marco histórico que foi sua parceria com o grande teatrólogo juazeirense, Gil Grangeiro, no Projeto Teatro na Escola, com a peça Grandes Sertões: Veredas, adaptação livre, exibida na Escola Técnica do Comércio, Ginásio Municipal e na sala da Biblioteca Municipal Dr. Possidônio Bem, a qual ficou em cartaz durante três meses, sempre recebendo alunos das Escolas Publicas e Privadas. 

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Anac oficializa dois voos da Gol: Juazeiro/Fortaleza

A ANAC acaba de oficializar dois voos da Gol para o trecho Juazeiro-Fortaleza, a partir de 16 de dezembro de 2017, de segunda-feira a sábado. Os voos serão operados através do Boeing 737, com capacidade para 138 passageiros, e ocorrerão durante a madrugada nos seguintes horários: 
- saída de Juazeiro: 0h40 com chegada às 01h40
- saída de Fortaleza: 02h10 com chegada às 03h10. 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Falecimento da empresária Creuza Pereira de Santana, do Posto Monark

Segundo informou o jornalista Luís José, do jornal Gazeta de Notícias, faleceu ontem a  empresária  Maria Creuza Pereira de Santana, proprietária com os filhos, do Posto Monark na Rua São Pedro em Juazeiro do Norte. Foi o Posto Monak que lançou, juntamente com a KODAK, a revelação de filmes e fotografias coloridas na região. Dona Creusa foi uma pessoa atenciosa e muito gentil. Um destaque no comércio de Juazeiro. Com a morte de seu esposo Cicinho Pereira há mais de 40 anos, Dona Creusa tomou a frente dos negócios, criou os filhos, que hoje estão a frente do Posto Monark. Com sua morte esta cidade perde mais um nome de destaque na classe dos empresários tradicionais.

Mosteiro em festa

Com grande alegria, o Mosteiro de Nossa Senhora da Vitória, das Monjas Beneditinas de Juazeiro do Norte, comunica que hoje, 20 de novembro de 2017, Irmã Liziane Vieira Santos,  inicia seu noviciado no Mosteiro. Amanhã, 21, ocorrerá  memória da Apresentação de Nossa Senhora, às 07 h, com a celebração de missa oficiada por Dom Arquiabade Emanuel d`Able do Amaral, em ação de graças pelo aniversário da fundação e do início do Louvor Divino no  Mosteiro, pelo aniversário da Profissão Solene e Consagração de Madre Abadessa Maria José e pela noviça Liziane