Texto em Homenagem aos 50 anos da turma de 1972 da Escola Normal Rural de Juazeiro do Norte, redigido pela Sra. Sávia Maria Ferraz Vieira da Cunha , uma das normalistas.
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Caros Professores e Colegas,
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Com investimento de R$ 200 milhões, reforma do Aeroporto de Juazeiro deve ser entregue até 2023
Com a reforma, o Aeroporto, que atualmente conta com uma área de 2,5 mil m², chegará a um total de 6,4 mil m². Ao todo, as obras de ampliação terão um investimento de R$ 200 milhões. De acordo com a AENA, a reforma já foi iniciada e deve ter um prazo total de um ano e dois meses, sendo entregue até metade de 2023.
O projeto de reforma prevê a criação de uma estação de tratamento de água e esgoto e um aumento da área comercial dentro do terminal, com a implantação de mais espaços de convivência, como lojas e restaurantes. Além disto, serão criados novos espaços para embarque e desembarque de passageiros. A pista de pouso, no entanto, não será aumentada, passando apenas por melhorias em sua estrutura. O objetivo, segundo a empresa, é garantir que aviões com capacidade de até 220 passageiros possam pousar no aeroporto.
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Segundo o secretário de desenvolvimento econômico de Juazeiro do Norte, Wilson Soares, a ampliação do Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes é motivo de altas expectativas para a economia da região. “A obra será finalizada em um ano e dois meses, já teve início essa semana. Tudo isso impulsionará a questão do desenvolvimento do turismo, não só de Juazeiro, mas de toda região do Cariri”, conta.
No dia de hoje, tivemos duas importantes reuniões para esclarecimentos e reivindicação da classe artística para a permanência do CCBNB Cariri em Juazeiro do Norte.
A jornalista passou pelo procedimento na tarde desta terça-feira (5)
"O dia 5 de abril de 2022 vai ficar marcado pra sempre na história da minha vida. O dia em que uma parte da minha irmã me fez renascer". Assim, a jornalista Marina Alves compartilhou com os seguidores a realização do sonhado transplante de medula óssea, que aconteceu na tarde desta terça-feira.
Marina foi diagnosticada com linfoma, tipo raro de câncer, em agosto de 2021. Durante a campanha para encontrar um doador compatível, descobriu a existência de uma irmã, Lumara Sousa, que doou o material genético.
"Eu esperei exatos 223 dias por esse momento. Parece muito. Mas hoje entendo que o tempo de Deus não é igual ao nosso. Agora, com células novas correndo pelo corpo, olho para trás e percebo como Ele me fez de instrumento para ajudar pessoas que precisavam de sangue, plaquetas e um doador de medula compatível. Vejo o quanto a minha fé foi posta à prova, e o quanto Ele me ama", celebrou a jornalista da TV Verdes Mares.
Na foto publicada, ela aparece ao lado da irmã, no hospital em que está internada, em Fortaleza.
Doadora, Lumara está internada na unidade hospitalar desde o último domingo (3), e vinha sendo submetida a um tratamento para aumentar a produção do material genético.
As duas estão no mesmo hospital, mas não tinham tido contato pessoalmente devido aos protocolos que envolvem o procedimento. A técnica de enfermagem deve receber alta na quarta-feira (6).
O transplante de medula óssea é realizado como uma transfusão de sangue, esclareceu o hematologista Paulo Roberto Souza, que acompanha Marina Alves.
“Transplante de medula óssea é muito mais como se o paciente recebesse uma transfusão de sangue, do que como se o paciente a recebesse durante uma cirurgia. Na verdade, o ato do recebimento das células do doador, que é o transplante em si, o paciente recebe pela veia, através de um cateter. " PAULO ROBERTO SOUZA Hematologista
Atualmente, o linfoma da jornalista está em estado de remissão — não é detectado em exames —, no entanto, como explicou o especialista, as estatísticas demonstram, que devido à gravidade do tipo da doença, os pacientes que receberam uma nova medula têm mais chances de cura a longo prazo.
“É necessário, no caso da Marina, haver um transplante porque o tipo de linfoma que ela tem é considerado bastante agressivo. Se a gente não fizesse o transplante, haveria um risco maior da doença voltar, do que ela não voltar.” PAULO ROBERTO SOUZA Hematologista
Marina continuará no hospital por alguns dias, período em que os profissionais de saúde devem analisar se a nova medula foi integrada ao corpo da paciente. Com a evolução positiva do caso, ela poderá retornar para casa, mas, por pelo menos um ano após o procedimento, terá que ser acompanhada de perto pelos médicos e usar medicação específica.
“Como ela está recebendo material genético de outra pessoa, apesar da compatibilidade que foi detectada e que permitiu o transplante, Marina precisará usar medicações imunossupressoras, por cerca de 12 meses. Essas substâncias visam que o corpo dela e as células novas entrem em equilíbrio, para que nenhum rejeite o outro”, explicou o médico.
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