domingo, 10 de abril de 2022

50 anos :Encontro Histórico das normalistas de 1972 da Escola Normal Rural Modelo de Juazeiro

50 anos após , elas se reencontram para agradecer e comemorar a vidae a amizade 
Normalistas formadas em dezembro de 1972 se reuniram neste dia 09 de abril 

 
Na programação uma missa celebrada por Padre Luciano Pinheiroda parórquia São Miguel  com as professoras Dona Auxiliadora Balbino, e Socorro Gondim.


Encontro dos 50 anos da turma de normalistas formadas em 1972, alunas do Monsenhor Murilo de Sá Barreto.
Iniciaram com a acolhida do Padre Cicero José que enalteceu os 48 anos de sacerdócio de Monsenhor Murilo dedicados a Matriz de Juazeiro do Norte.
A missa aconteceu na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - São Miguel, às 15:30h com o Padre Luciano Pinheiro. Logo após , as normalistas foram a Escola Normal Rural, hoje Centro Educacional Prof. Moreira de Sousa, para registrar o momento, e seguiram para a Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores deixar flores no túmulo do saudoso professor Monsenhor Murilo, na Capela do Encontro.
Na homenagem, a sra. Sávia Ferraz fez uma retrospectiva das aulas, encerrando com o canto da Débora Callou, emocionando a todas.
Padre Cícero José, falou da sua experiência dos 10 anos a frente da Basílica. E nos deu a benção.
E para encerrar esse jubiloso encontro, socializamos com um jantar no Restaurante Sirigado do Pedro.
" Obrigada por tudo, inesquecível professor Padre Murilo , rezaram e agradeceram o dom da vida e os ensinamentos dos professores ,citando também o professor Monsenhor Jose Alves. As professoras Socorro Gondim, Dona Auxiliadora Balbino e prestigiaram com suas presenças o evento




Uma visita ao tumulo de Monsenhor Murilo um inesquecivel professor desta turma 


Texto em Homenagem aos 50 anos da turma de 1972 da Escola Normal Rural de Juazeiro do Norte, redigido pela Sra. Sávia Maria Ferraz Vieira da Cunha , uma das normalistas.



Caros Professores e Colegas,
Minhas palavras iniciais são de gratidão...gratidão a Deus por nossas vidas; gratidão por esse reencontro recheado de significativas lembranças e afetos verdadeiros após cinco décadas. O tempo passou rápido, mas deixou marcas indeléveis em nossa memória.
A escola Normal Rural do Juazeiro do Norte, primeira escola Rural do Brasil, foi berço do nosso rico aprendizado. Num contexto distante dos grandes centros, as principais novidades chegavam através dos livros, rádio, revistas e jornais que constituíam a nossa ponte com o mundo. A escola normal já se prenunciava como um centro educacional que se preocupava com a formação e o futuro de seus educandos. Sob a direção competente de dona Amália Xavier de Oliveira, reuniu em seu corpo docente, os melhores dos melhores! Nossos professores não subestimavam, a capacidade e inteligência dos seus alunos. Preocupavam-se com a nossa formação de forma integrada, repassando, além dos conhecimentos técnicos, conceitos substanciais sobre valores morais e éticos, essenciais para o desenvolvimento de uma consciência crítica sedimentada. Cultivou-se respeito às diferenças individuais, ideológicas e religiosas, embora a grande maioria fosse católica.
Nesses moldes, vivenciamos boa parte da nossa adolescência com hormônios em ebulição, sob os olhares atentos dos nossos mestres em constante vigilância e tolerância frente às nossas rebeldias. Como um grande coral, sob a batuta da maestrina Dona Amália Xavier, a quem todos temíamos por sua seriedade e rígida disciplina e a despeito das nossas assinaturas no famoso “livro negro”, conseguimos cantar a nossa vitória com louvor. Vivíamos a dicotomia dos desafios diários tentando vencer nossas próprias limitações e inseguranças típicas da idade e ao mesmo tempo: apreender, compreender e por vezes até decorar os ricos conhecimentos que nos eram repassados de formas variadas.
O respeito aos mestres, aos nossos pais, aos símbolos da pátria e da nossa cidade forma realçados com atividades como a organização de filas na entrada da escola. O hino nacional e o hino de Juazeiro eram cantados por todos. Os avisos e admoestações para quem ousava diminuir o tamanho das saias, chegar com atraso, fumar escondido no banheiro, faziam parte da nossa rotina educacional. O respeito à natureza e ao homem do campo era ressaltado por nossas rotinas na área campal anexa à escola.
Hoje, aqui, junto ao túmulo do vigário do Nordeste, nosso inesquecível professor de Português, Padre Murilo de Sá Barreto, exímio educador e "encantador de almas", que desde o princípio de sua missão desafiou a todos, consagrando e estimulando a fé ao Padre Cícero, acolhendo em nossa cidade aos romeiros, que contribuem até hoje para o crescimento social, demográfico e econômico da região do Cariri, ELE, despertou em todas nós o prazer de ler, de discutir textos, de adentrar no mundo maravilhoso da literatura, dos autores nordestinos e mundiais.
Padre Murilo desafiava e estimulava com provas sempre surpreendentes, com notas que costumávamos festejar quando chegavam ao ponto máximo de obter um oito ou um sete, exigia o melhor de cada uma. Fomos e somos uma turma privilegiada, com os melhores educadores. Com o Padre José Alves, nosso professor de Filosofia, exercitamos nossa capacidade de pensar sobre questões significativas: Amor, morte, vida, crenças. Ele nos apresentou aos grandes pensadores sempre com paciência e bom humor diante de nossa santa ignorância! Saudades desse maravilhoso guerreiro, sacerdote e educador!
Por intermédio desses dois educadores citados, queremos agradecer por tudo que aprendemos com vocês, queridos mestres! Pela dedicação, pela tolerância, paciência, por seus conhecimentos técnicos, mas sobretudo pelo exemplo de dedicação e amor ao magistério.
Lembramos com imenso carinho o tempo que passamos juntos e queremos dizer a vocês: “Não foi em vão”. A turma de 1972 gerou mulheres guerreiras, educadoras competentes, mães comprometidas, médicas, advogadas, enfermeiras, assistentes sociais, mestras, artistas, escritoras, farmacêuticas, empresárias, cidadãs de primeira classe. Em cada uma a marca da disciplina, da tenacidade e vontade de fazer o melhor que vocês nos repassaram.
Ah, como lembramos “Do acendedor de lampiões”, do suave milagre das aulas de educação física, das artes domésticas tão úteis nos nossos vôos para a sonhada independência! Das horas incontáveis nos debates das regras de três. Das aulas de francês com o professor que tentava nos convencer que Paris era o céu! Das aulas de Inglês “Tão difícil de falar”...das aulas de música, das técnicas educativas! Tanta riqueza e amor não pode ser traduzido só com palavras. Registramos em nossa memória detalhes de momentos únicos vivenciados com cada professor. Todos foram importantes e inesquecíveis. Solicitamos as colegas presentes para citarem os nomes desses queridos mestres.
Não há como esquecer os vigilantes olhos azuis de Laurinha e dona Leni Callou…
As nossas colegas de diferentes origens, tornaram-se uma única e unida turma. Aprendemos a valorizar e realçar em sala de aula os talentos que cada uma trazia em si. As líderes destacavam-se pela sua capacidade de organizar e tentar convencer a todas que “éramos moças bem comportadas”. Muitas tornaram-se amigas e quase irmãs. Outras, mesmo distantes geograficamente preservaram o carinhos e as boas lembranças, assim como os “apelidos” e designações.
Por isso tudo, por nossa vitórias, pelas dificuldades vivenciadas por cada uma, mas principalmente por gratidão, hoje reunidas e unidas em ação de graças por nossos mestres, por nossa querida escola Normal, por respeito e admiração a essa turma de “meninas maduras”, que nem o tempo, nem a distância, nem mesmo a pandemia conseguiu separar.
Registramos nossa profunda saudade com os colegas que partiram desse convívio.
Queremos ainda agradecer e aplaudir aos organizadores desse processo histórico e tão rico de significados através da nossa colega Zélia Sobreira , Salma e toda a equipe. Esse momento sinaliza o nosso respeito ao passado, amplia os nossos laços de afeto, esperança e amor na construção de um mundo bem melhor para os nossos filhos e netos! Muito Obrigada!
Parabéns as professoras da turma de normalistas da escola Normal Rural de Juazeiro do Norte, pelo brilhantismo desse cinquentenário!

Sávia Maria Ferraz , Fortaleza, Março de 2022.


Todas as ex alunas observaram o avançado estado de deteriorizacao do prédio da Escola Normal berço de tantos profissionais competentes, fonte de uma educação esmerada. Foi mencionada pela professora Socorro Gondim a necessidade urgente de providências do poder público para preservar um equipamento social e educacional tão importante para os juazeirenses.

Encerraram com muita animação com um jantar e corte de bolo, brindando no Restaurante de Pedro do Sirigado ao maravilhoso som de Gardenia
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sexta-feira, 8 de abril de 2022

 Com investimento de R$ 200 milhões, reforma do Aeroporto de Juazeiro deve ser entregue até 2023



O projeto de ampliação prevê melhorias na pista do Aeroporto que possibilitarão o tráfego de aeronaves de até 220 passageiros.

CCBNB FIca ou não fica no Juazeiro do Padim

 No dia de hoje, tivemos duas importantes reuniões para esclarecimentos e reivindicação da classe artística para a permanência do CCBNB Cariri em Juazeiro do Norte.




No primeiro momento, os artistas se reuniram com o Prefeito Municipal, o Sr. Gledson Bezerra. Foi uma conversa oportuna para aproximar a classe artística do executivo municipal. A percepção é que temos um executivo, disposto a negociar com o Banco do Nordeste, foi reafirmado que a prefeitura pode ceder o Centro Marcus Jussier, A REFESA, o hotel municipal e a CEART.
Uma informação relevante é que a prefeitura, através do PREVIJUNO é cliente do Banco do Nordeste, o que pode ser um motivo de afinidade na negociação da prefeitura com o banco, com o acordo que defina o CCBNB ficar em Juazeiro do Norte.
No segundo momentos, estivemos com Ricardo Pinto e o Sr. Murilo que são gerente do CCBNB Cariri e gerente da célula da Cultura do Banco do Nordeste respectivamente, são servidores efetivos do Banco do Nordeste. Eles afirmaram que em nenhum momento houve resistência da prefeitura em negociar, mas que existem dificuldades, ajustes e acerto dos recursos que no momento impede uma negociação mais efetiva.
De fato, é preocupante, porque o que poderia ser uma negociação apenas entre a prefeitura de Juazeiro do Norte e o Banco do Nordeste, para definir o novo local na cidade onde ficaria o CCBNB; se tornou um campo de disputa, onde outras administrações municipais, sabendo da importância do CCBNB, estão encontrando nesse impasse a oportunidade de conseguir levar o CCBNB para suas cidades.
Essa mobilização tem sido desgastante para a classe artística e produtores de Juazeiro do Norte. Porque foi dito pelos representantes do Banco do Nordeste que a prioridade é Juazeiro do Norte, mas, que outras cidades despontam como mais articuladas, por que estão oferecendo mais vantagens.
A primeira ideia, foi que um lugar ideal para abrigar o CCBNB seria o Teatro Marquise Branca, um projeto que o Banco do Nordeste começou a pleitear ainda na gestão passada, mas que não avançou. Implica, novamente perguntar, a prefeitura estaria disposta, para não perder o CCBNB Cariri, a ceder o Teatro Marquise Branca, com a reforma necessária para o Banco do Nordeste sediar o CCBNB?
Essa resposta implica em uma alta performance de resignação da administração, além de uma grande articulação para levantar os recursos necessário, mas, convém dizer que no primeiro momento seria difícil e até poderia adiar o atual projeto que a administração tem para o Marquise branca, mas que a curto e médio prazo a prefeitura teria as vantagens que é ter o CCBNB atuando na cidade, fazendo uma política cultural subsidiária junto com secretaria da cultura.
Posteriormente a administração poderia entregar até o final de sua gestão, o projeto idealizado para o Marquise Branca, reformando e inaugurando a escola de artes nos prédios da REFESA, SANDU, CEJA E Escola Virgílio Távora.
Assim definiu os servidores do Banco do Nordeste, numa prévia avaliação dos espaços oferecidos pela prefeitura. O prédio da REFESA e Centro Marcus Jussier são pequenos para abrigar o teatro, biblioteca física e virtual, salão de exposição, administração e auditório que são os espaços do CCBNB atualmente.
Que o prédio da CEART poderia ser um bom lugar, mas que não deve ser aprovado pelo setor jurídico do Banco do Nordeste, já que existe problema na documentação do prédio. Uma última alternativa, seria o hotel municipal, ainda não visto pelo Banco do Nordeste.
O que vemos é que existe uma dificuldade enorme de avançar. Já poderíamos ter um acordo firmado entre a Prefeitura Municipal de Juazeiro do Norte e o Banco do Nordeste, onde ambas instituições devem reconhecer o princípio do direito adquirido nesses mais de quinze anos de atuação do CCBNB em Juazeiro do Norte.
Num cenário mais coerente e lúcido, não teríamos essa disputa entre as cidades do Cariri, para conquistar o CCBNB. Esse vale tudo, de quem dar mais. Precisamos que cada cidade tenha um equipamento cultural e não deslocar o único de uma grande cidade. “Descobrir um santo para cobrir outro” é uma máxima de sabedoria que se aplica nesse caso concreto e representa um equívoco.
Os lugares que estão sendo oferecidos ao Banco do Nordeste, passarão por uma avaliação, do setor jurídico e principalmente financeiro. O Banco do Nordeste, deverá acatar aquela proposta que for mais vantajosa, na questão financeira de investimento, o banco, sendo uma instituição que sabe como lucrar, provavelmente queira o menor custo benefício. Foi dito que outros municípios como Crato e Brejo Santo ofereceram propostas bem melhores que Juazeiro do Norte.
As categorias de artistas e produtores, diante desse impasse, entendem que essa negociação depende de vontade política, de articulação política e de negociação financeira, para definir os investimentos necessários. Nesse momento é fundamental que a Prefeitura de Juazeiro, possa cobrir as ofertas mais vantajosas que o Crato e Brejo Santo estão oferecendo. Caso contrário, entraremos para a história como a cidade que deixou um importante equipamento cultural, que faz o papel de uma secretaria de cultura adjunta, sair da cidade.
Criticamos aqui a Secretaria de Cultura do Estado que nem se manifestou diante desse problema. Manifestamos através da ouvidoria estadual, para que houvesse um apoio do Estado para a prefeitura de Juazeiro, com contrapartida de recursos, já que a prefeitura vai precisar para poder garantir a permanência do CCBNB em Juazeiro. Até o momento não tivemos resposta do secretário de cultura do Estado.
Não queremos com isso, atacar a dignidade do prefeito municipal, o Sr. Gledson Bezerra, mas se a gente perder o CCBNB Cariri. A classe artística e até mesmo a população atribuirão por muito tempo essa lamentável fatalidade, alcunhando o executivo de não articulado, a culpa cai sempre no prefeito, é natural das massas. Ficará na memória como o prefeito que deixou o CCBNB sair de Juazeiro do Norte.
Assim falamos diretamente, ao Sr. Prefeito Municipal, inicialmente agradecendo por ele defender a ideia do CCBNB ficar em Juazeiro, oferecendo alguns espaços. Mas, diante do exposto pelo Banco do Nordeste, o caso exige mais. Precisamos de articulação e mobilização política para uma concretude.
Nós artistas e produtores estamos engajados nessa luta, vamos usar as tribunas dos espaços legislativos, acionar o Ministério Público e buscar outros apoios institucionais. Queremos que o CCBNB fique em Juazeiro do Norte. Queremos que todos venham somar com a gente, pois a política nacional tem ido de encontro com os artistas e precisamos de mobilização.
Fica assim nossa expectativa, esperamos e torcemos para um ajuste ou acordo que garanta a permanência do CCBNB, por que Juazeiro do Norte merece. Com as graças do Padre Cícero e da Beata Maria de Araújo, perguntamos: Juazeiro do Norte merece o CCBNB Cariri? Essa cidade merece muito mais.
Assim, lamentavelmente podemos ter um desfecho negativo para a imagem do executivo, se o CCBNB for para outro município. Mas, acreditamos em um final feliz, principalmente para o prefeito Gledson Bezerra, queremos que ele fique na história como o prefeito que fez o CCBNB ficar em Juazeiro do Norte.
JOSÈ ANDRÈ DE ANDRADE

quinta-feira, 7 de abril de 2022

 

'Uma parte da minha irmã me fez renascer', diz Marina Alves ao celebrar transplante

A jornalista passou pelo procedimento na tarde desta terça-feira (5)

"O dia 5 de abril de 2022 vai ficar marcado pra sempre na história da minha vida. O dia em que uma parte da minha irmã me fez renascer". Assim, a jornalista Marina Alves compartilhou com os seguidores a realização do sonhado transplante de medula óssea, que aconteceu na tarde desta terça-feira.

Marina foi diagnosticada com linfoma, tipo raro de câncer, em agosto de 2021. Durante a campanha para encontrar um doador compatível, descobriu a existência de uma irmãLumara Sousa, que doou o material genético.

"Eu esperei exatos 223 dias por esse momento. Parece muito. Mas hoje entendo que o tempo de Deus não é igual ao nosso. Agora, com células novas correndo pelo corpo, olho para trás e percebo como Ele me fez de instrumento para ajudar pessoas que precisavam de sangue, plaquetas e um doador de medula compatível. Vejo o quanto a minha fé foi posta à prova, e o quanto Ele me ama", celebrou a jornalista da TV Verdes Mares.

Na foto publicada, ela aparece ao lado da irmã, no hospital em que está internada, em Fortaleza.

Irmãs

Doadora, Lumara está internada na unidade hospitalar desde o último domingo (3), e vinha sendo submetida a um tratamento para aumentar a produção do material genético. 

Legenda: A irmã de Marina, Lumara Sousa, foi internada para o transplante
Foto: Reprodução/Instagram

"Ontem foi o meu grande dia, que foi o dia da coleta, e hoje é o grande dia da Marina. Meu coração está muito grato a Deus por tudo que está acontecendo e estou pedindo a cada dia para Ele continuar abençoando. Agora é torcer para dar tudo certo."  LUMARA SOUSA   Técnica de enfermagem

As duas estão no mesmo hospital, mas não tinham tido contato pessoalmente devido aos protocolos que envolvem o procedimento. A técnica de enfermagem deve receber alta na quarta-feira (6). 

Como funciona o transplante de medula

O transplante de medula óssea é realizado como uma transfusão de sangue, esclareceu o hematologista Paulo Roberto Souza, que acompanha Marina Alves.

“Transplante de medula óssea é muito mais como se o paciente recebesse uma transfusão de sangue, do que como se o paciente a recebesse durante uma cirurgia. Na verdade, o ato do recebimento das células do doador, que é o transplante em si, o paciente recebe pela veia, através de um cateter. " PAULO ROBERTO SOUZA   Hematologista

Atualmente, o linfoma da jornalista está em estado de remissão — não é detectado em exames —, no entanto, como explicou o especialista, as estatísticas demonstram, que devido à gravidade do tipo da doença, os pacientes que receberam uma nova medula têm mais chances de cura a longo prazo.   

É necessário, no caso da Marina, haver um transplante porque o tipo de linfoma que ela tem é considerado bastante agressivo. Se a gente não fizesse o transplante, haveria um risco maior da doença voltar, do que ela não voltar.”    PAULO ROBERTO SOUZA    Hematologista

Acompanhamento pós-transplante

Marina continuará no hospital por alguns dias, período em que os profissionais de saúde devem analisar se a nova medula foi integrada ao corpo da paciente. Com a evolução positiva do caso, ela poderá retornar para casa, mas, por pelo menos um ano após o procedimento, terá que ser acompanhada de perto pelos médicos e usar medicação específica.  

“Como ela está recebendo material genético de outra pessoa, apesar da compatibilidade que foi detectada e que permitiu o transplante, Marina precisará usar medicações imunossupressoras, por cerca de 12 meses. Essas substâncias visam que o corpo dela e as células novas entrem em equilíbrio, para que nenhum rejeite o outro”, explicou o médico. 

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Amanhã, dia 07, reuniões para dialogar e garantir a permanência do CCBNB Cariri em Juazeiro do Norte.

 ATENÇÃO! REUNIÃO #FICACCBNB

Amanhã, dia 07 de abril de 2022, teremos duas importantes reuniões para dialogar e garantir a permanência do CCBNB Cariri em Juazeiro do Norte.
14h30 - 1° Primeira Reunião com o prefeito Sr. Gledson Bezerra
Local: Gabinete do prefeito, na prefeitura.

Pauta: Pauta: Debate e reivindicação da classe artística e população de Juazeiro do Norte, para que a Prefeitura Municipal leve em conta todo o investimento que o CCBNB Cariri representa para a política cultural de Juazeiro do Norte e o relevante serviço cultural prestado para o desenvolvimento econômico, o fortalecimento simbólico cultural e cidadania cultural da população através do acesso a agenda cultural mensal.
18h00 – 2° Reunião com o Sr. Murilo responsável pela Célula de Cultura do Banco do Nordeste
Local: Auditório do CCBNB - 7* andar
Pauta: Debate e reivindicação da classe artística e população de Juazeiro do Norte, para que o Banco do Nordeste leve em conta o princípio do adquirido e apresente uma solução para o CCBNB Cariri continue em Juazeiro.
CONVOCAMOS PARA A PARTICIPAÇÃO AS REPRESENTATIVIDADES
Dos artistas e produtores culturais;
Das associações e organizações da sociedade civil que trabalham com cultura
Do Sindicato dos Comerciários de Juazeiro do Norte,
Do Sindicato dos Servidores Público Municipais de Juazeiro do Norte,
Do Movimento das romarias de Juazeiro do Norte,
Do Movimento LGBTQIA+ de Juazeiro do Norte,
Do Movimento das Religiões afro-brasileiras de Juazeiro do Norte,
Das Associações comunitárias, associações dos bairros, e moradores de Juazeiro do Norte,
Do Movimento Estudantil Secundarista e Universitário, os grêmios e centros acadêmicos de Juazeiro do Norte, União Nacional do Estudante, célula de Juazeiro do Norte,
Do Movimento de luta das mulheres de Juazeiro do Norte,
Do Movimento negro de Juazeiro do Norte,
E demais categorias que defendem a permanência do CCBNB em Juazeiro.

fonte: André de Andrade Célula da Cultura de Juazeiro do Norte