sábado, 15 de maio de 2021

Sempre na defesa intransigente dos direitos . Parabéns aos assistentes sociais pelo seu dia

Parabéns aos assistentes sociais pelo seu dia e por todos os dias.

Assistentes sociais: UNI-VOS!!!!












 


A consciência ética é uma componente indispensável da prática profissional de todos os Assistentes Sociais, por isso a liberdade enquanto principio ético central, seguido da defesa intransigente dos direitos, ampliação e consolidação da cidadania, pluralismo, não ao preconceito, ação sem discriminar nem ser discriminado, e o zelo pela qualidade dos serviços ofereci dos à comunidade, entre outros, são seus princípios.












Na sua luta a justiça e equidade compõe suas ações no tecido social. Se propõe a investigar em profundidade e conhecer a realidade e as expressões da questão social, reconhecer as ideologias intervindo na construção e transformação de uma nova ordem societária. Ninguém solta a mão de ninguém ! Lutemos por uma sociedade mais justa e que legitime os direitos de todos.

Nossa homenagem a todos e todas assistentes sociais do Cariri e do mundo






































amigos do CRESS e NUCRESS Ioneida , Andrea Façanha , Elizio Loyola

Nossa homenagem especial a assistente social  Monica Ivo que tanto e brilhantemente contribuiu na formação de um novo olhar sobre o serviço social no nosso Cariri . Monica foi vítima do covid assim como vári@s outras companheir@s de luta e resistência 



obs: as imagens vem de 2009 a 2019 - 

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Maria Neli Couto Bem- Uma vida dedicada a família. Uma obra prima de fé e muita amorosidade.

 Inspirada e inspiradora Maria Neli Couto Bem é reverenciada pela vida dedicada a família.

Esta semana em que comemoramos em maio de 2021 , o Mês das mães e das noivas, Mário Bem Filho e toda família Couto Bem resolve se unir, observando todas as recomendações a sanitárias, e reverenciar em vários momentos que engrandecem e rememoram a presença da matriarca Maria Neli Couto Bem , inesquecível por todos os que a conheceram , que faleceu aos 95 anos em agosto de 2020. 
 capa a e contra capa da obra 

Maria Neli Couto Bem- Uma vida dedicada a família 

Uma obra prima , que conta a história da Mãe de 10 filhos, esposa, educadora, que  abençoadamente   não esmoreceu com as tribulações e fez da família seu reinado de fé e muita amorosidade.

De 07 a 09 de maio aconteceu o Encontro  da Família Couto Bem. Inicialmente comemorada com o casamento do filho Mário Bem e Ana Luiza no dia 07, sexta feira no Santuário São Francisco das Chagas e no dia 08, sábado,  o lançamento do livro . No domingo 09 , dia das mães,  todos, estiveram presentes numa visita ao  túmulo que hoje abriga os familiares falecidos.



A família encerrou este encontro que serve mais uma vez de inspiração para outros, que entendem que viver e conviver em família não é pra ser perfeito, é pra comungar em harmonia as imperfeições e evoluções e melhorar sempre e mais, se irmanando como ensinou Dona Neli a comemorar cada dia. Impar pode se dizer dela; simples e fidalga. enérgica e doce , zelosa e amorosa, amiga e conselheira. O encontro como nos fala Gorete terminou no domingo tradicionalmente regado a " famosa pizza preparada pelo chef Vianez, pizzaiolo de tantos anos na La Favorita.

Fomos presenteados pelo autor e amigo de longas datas com o livro Maria Neli Couto Bem: Uma Vida dedicada a família, lançada esta semana em comemoração ao dia das Mães. Como nos apresenta seu escritor " A obra- Maria Neli Couto Bem- Uma vida dedicada a família- contém uma exposição fotográfica dos momentos vividos em família, e através desta poderemos revive-los com tamanha satisfação. Uma história familiar marcada por inúmeros momentos que nos trazem felizes e eternas recordações." 

dia 07 enlace matrimonial de Mário Bem Filho e sua amada Ana Luíza

Uma obra prima , que conta a história da Mãe de 10 filhos, esposa, educadora, que  abençoadamente   não esmoreceu com as tribulações e fez da família seu reinado de fé e muita amorosidade.

A dama dos lindos olhos azuis que passava sempre com flores pra o túmulo da filha , que era devota de Nossa Senhora , que educou como professora a muitos e dedicou sua força na educação dos filhos , pedagogas, médico, odontólogo, engenheiros, administrador, ..entre outros, construiu uma história de luta  e garra, e sempre acolheu e adoçou a vida de muitos amigos e afilhados.

A Sua casa sempre teve " cara de coração de mãe. os netos encheram mais ainda o seu viver e afetuosamente vinham a tardinha tomar um cafezinho de amor com a vovó Neli, além de acompanha-los em algumas viagens. "Era a companhia que não podia faltar." Digo, era, mas acredito que é e sempre será, a companhia e a guia de todos os filhos e filhas, netos e bisnetos e quantos mais assim chegarem, ouvirão e verão através desta linda obra o olhar inspirador de  Maria Neli Couto Bem.

Lançamento do livro com a presença da esposa, irmãos e sobrinhos

Mario Bem , filho, engenheiro civil e arquiteto, artista plástico , ex secretário municipal e escritor já de outras obras sobre a história de Juazeiro. Se esmerou no trabalho de registrar a história de vida da matriarca e escolheu homenageá-la , através de uma compilação das fotos da família Couto Bem , conseguindo nos envolver desde a genealogia;  nos guiando  numa viagem ao tempo e  mostrando-nos com riqueza de detalhes , a trajetória de Dona Neli. Mãe por excelência, educadora, irmã, amiga , madrinha e devota do Padre Cicero  e tantos atributos mais.


quadro de Dona Neli  presenteado pela sobrinha Juliane ao casal Mário Bem e Ana Luiza
a família presente 


visita ao túmulo dia 09 de maio de 2021
Parabéns a toda familia pela herança de amor .


quarta-feira, 12 de maio de 2021

Mestre Gilmar de Carvalho deve ser homenageado e seu nome perpetuado sobretudo em Juazeiro

 GILMAR DE CARVALHO E JUAZEIRO DO NORTE

ilustração : xilo colorizada 

O cineasta Rosemberg Cariri, em artigo publicado n' O Povo, dia 6 ultimo, intitulado “Mestre Gilmar de Carvalho” ao lamentar a perda irreparável para a cultura cearense escreveu que ele, Gilmar, deve ser homenageado e seu nome “perpetuado, sobretudo, em Juazeiro do Padre Cícero, cidade que tanto o inspirou e onde viverá guardado em nossa memória”. O reforço em “sobretudo, em Juazeiro” chama a atenção para um fato que eu não tinha reparado. Realmente Juazeiro teve a sorte de encontrar alguém que, de fora, manejasse, com comprometimento e isenção, a pena de escritor para revelar suas tantas facetas existentes naquele universo caririense, onde a cultura popular desde muito faz seu ninho. E para não dizerem que estou falando bem do Gilmar pelo fato de termos sido amigos, vamos às provas.

Das dezenas de publicações de sua autoria, encontrei na minha biblioteca nada menos de 12 livros, onde a presença de Juazeiro se faz marcante. Não será enfadonho listar esses volumes considerando que este espaço é livre, gratuito e ainda poderá o material servir de base para algum levantamento bibliográfico inicial acerca de sua obra escrita cuja abrangência nos remete a literatura, teatro, música, artes plásticas, televisão, publicidade, além da cultura popular em seus diversos segmentos. O rol consta dos seguintes livros:

“Coleção Xilogravuras de Juazeiro – Acervo Mauc”. (Caixa com 4 volumes). (2012);
“Desenho Gráfico Popular – catálogo de matrizes xilográficas do Juazeiro do Norte-CE”(s/d)
“Lyra popular – O Cordel do Juazeiro” (2006)
“Manoel Caboclo”, Biblioteca do Cordel, coleção Hedra; (20l0)
“Memória da Xilogravura”(2010)
“Mestres Santeiros e Retábulos do Ceará” (2004)
“Onze vezes Joazeiro – Tributo a Ralph Della Cava”(2011);
“Publicidade em Cordel – o mote do consumo” (1994);
“Severino do Horto – O Cordel de Juazeiro” (2014);
'Xilógrafos do Juazeiro – coleção Geová Sobreira”. Catálogo. (2012);
“A Xilogravura de juazeiro do Norte”(2014)
“Xilogravura: Doze escritos na madeira”(2011).

Evidentemente esta coleção citada é apenas parte de sua obra que eu tenho ao alcance da mão e referente a arte e artistas de Juazeiro do Norte. Sabemos que Gilmar publicou muito mais e nem foram aqui mencionados os escritos publicados em jornais e revistas envolvendo a cultura da região e sobre a figura emblemática do Padre Cícero Romão Batista. Também não citei as publicações que foram editados sob a sua orientação, destacando a arte juazeirense como, por exemplo, o livro “Eu, O índio e a Floresta” de Manoel Caboclo e Silva, que se fez poeta editor influente em Juazeiro.

Vemos, assim, que o professor Gilmar de Carvalho, que era filho de Sobral, crescido em Fortaleza, apaixonou-se pela cultura popular e adotou o Juazeiro do Norte como centro de seus estudos a revelar, por todos os meios possíveis, a exuberância cultural de seu povo. Tem razão, pois, o Rosemberg Cariri ao sinalizar, naquele seu artigo, para que, de Juazeiro, tome-se a iniciativa de prestar a justa homenagem àquele que soube respeitar, fortalecer e difundir a cultura de seu povo.
Convocados para se pronunciarem a diretoria da Associação dos Filhos de Juazeiro do Norte, administração municipal de Juazeiro, instituições culturais e parlamentares representantes da região do Cariri.

publicação de Otavio Meneses em facebook em 11 de maio 2021

terça-feira, 11 de maio de 2021

Sítio Caldeirão, palco de um dos maiores massacres do Brasil, deverá ganhar Memorial no Crato

 

Sítio Caldeirão, palco de um dos maiores massacres do Brasil, deverá ganhar Memorial no Crato

Legenda: A Igreja de Santo Inácio de Loyola ainda permanece em pé no Caldeirão da Santa Cruz
imagem: Foto: Antonio Rodrigues

Espaço preservará a história da comunidade que foi, há 84 anos, bombardeada pelas Forças Armadas. Local também se tornará unidade de conservação e geossítio do Geopark Araripe


Há 84 anos, no dia 11 de maio de 1937, as Forças Armadas e a Polícia Militar do Ceará, sob ordem do Governo Federal, invadiram a comunidade do Caldeirão da Santa Cruz, em Crato. Parte dos seus moradores foram mortos e os sobreviventes expulsos de suas terras. Seu líder, o beato José Lourenço, e seus seguidores fugiram. Este sítio, localizado a 33 quilômetros da sede do município, que foi palco de um dos mais importantes episódios da história cearensedeverá ganhar um memorial, como planeja a Secretaria de Cultura do Município.  

“É uma dívida que os gestores do Cariri, especialmente do Crato, têm. Precisamos criar uma referência, um espaço de conservação e difusão do que foi o Caldeirão. Não se pode deixar que essa memória se perca”, justifica o secretário de Cultura de Crato, Amadeu de Freitas.  

O projeto da pasta é que, dentro do espaço do Caldeirão, seja feita um circuito, conhecendo os patrimônios que ainda permanecem de pé, como a Igreja de Santo Inácio de Loyola e as ruínas da casa do beato José Lourenço. 

Quem tem interesse na história do Caldeirão, tem interesse de ver o local. A relação com o ambiente, com aquele espaço. Tem poucas ruínas, mas ir ao local é outra sensação”
AMADEU DE FREITAS
Secretário de Cultura de Crato

INVESTIMENTOS

Para isso, a Secretaria trabalha para conseguir recursos. “Isso depende de investimento, mas é possível. Além disso, precisamos melhorar as condições de acesso até lá”

Lá, vizinho à Igreja, há um prédio construído pela prefeitura na última década que serve de apoio durante a Romaria, em setembro, e que poderá ser aproveitado. “Talvez seja adaptado. Vamos tentar uma parceria com a Secretaria de Cultura do Estado e a Urca [Universidade Regional do Cariri]. A academia deve ter uma contribuição muito grande, porque um projeto desse requer uma pesquisa”, acredita o gestor.  

Esse levantamento deve ter início ainda este ano, enquanto o memorial depende de recursos. Além disso, Amadeu apresentou a proposta, no último mês de abril, à Secretaria de Cultura do Estado. “A pandemia trouxe muitas dificuldades e temos priorizado, no momento, garantir condições para nossos artistas populares e fazedores de cultura neste momento complicado”, explica. 

matéria publicada em https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/sitio-caldeirao-palco-de-um-dos-maiores-massacres-do-brasil-devera-ganhar-memorial-no-crato

Escrito por , 

segunda-feira, 10 de maio de 2021

75 anos da Floresta Nacional do Araripe (FLONA), a PMC assinou um termo de cooperação com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO)

Parceria deve revitalizar e fortalecer proteção de biodiversidade da Floresta Nacional do Araripe






Em comemoração aos 75 anos da Floresta Nacional do Araripe (FLONA), a Prefeitura Municipal do Crato, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Territorial, assinou um termo de cooperação com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) para alinhar ações de proteção e uso sustentável da biodiversidade da floresta. A solenidade foi realizada neste sábado (8), no mirante da trilha do Belmonte, dentro do território da FLONA.

Essa parceria vai permitir vários investimentos públicos, sendo que um deles é a melhoria na infraestrutura de trilhas. Algumas já foram realizadas, como a instalação de plataformas, que dão mais segurança ao passeio, permitindo uma visão panorâmica. O prefeito Zé Ailton Brasil, que assinou o termo de cooperação entre Prefeitura e ICMBIO, explica que esse trabalho vai ter reflexos na economia. “Para que a gente aproveite as belezas naturais da Chapada e também gere emprego e renda para a população do Crato, com guias turísticos e com o comércio local”, afirma o prefeito.

Augusto Carlos de Alencar, chefe do Núcleo Gestor do ICMBIO na região do Cariri, elogiou a parceria com a Prefeitura do Crato para o fortalecimento e promoção das Unidades de Conservação. “É de suma importância que a nossa sociedade tenha acesso a essas unidades de conservação, que elas sejam utilizadas de forma a fortalecer a infraestrutura e melhorar os espaços. Nosso intuito é desenvolver uma educação ambiental mais alinhada, formalizar as atividades que já vinham acontecendo e o planejamento integrado, para que sirva de exemplo para os outros municípios”, afirma.

FLONA

A FLONA é a primeira floresta nacional reconhecida do Brasil. Essa Unidade de Conservação do tipo de Uso Sustentável foi criada em maio de 1946. Florestas nacionais são áreas demarcadas que passam a ter gestão do Governo Federal, com objetivo de preservar ecossistemas naturais, com permissão para atividades econômicas que sejam sustentáveis. No caso da FLONA, por exemplo, é permitido o extrativismo o pequi, fruto nativo.

Apesar de ter sido criada há 75 anos, ainda é considerada um território que precisa ter a imagem promovida nacionalmente. “Nosso intuito é realmente mostrar, não só para o Cariri, mas para o Brasil, as belezas que nossa região tem, que a Chapada do Araripe tem, que a cidade Crato tem”, diz o prefeito.

matéria publicada em  https://www.badalo.com.br/cariri/parceria-deve-fortalecer-protecao-da-biodiversidade-da-floresta-nacional-do-araripe/

O escritor juazeirense Abraão Bezerra Batista venceu o Prêmio Literário Guerra Junqueiro

 

Escritor juazeirense vence premiação internacional de literatura e deve representar o Brasil

 

 Escritor juazeirense vence premiação internacional de literatura e deve representar o Brasil

Escritor juazeirense vence premiação internacional de literatura e deve representar o Brasil

Foto: Romero Junior
O escritor juazeirense Abraão Bezerra Batista venceu o Prêmio Literário Guerra Junqueiro, do Festival Internacional de Literatura de Freixo de Espada à Cinta (FFIL), em Portugal, e deve representar o Brasil na premiação. O FFIL é um evento de referência cultural para a literatura em língua portuguesa, que este ano reunirá nove países da união lusófona e de língua oficial portuguesa.

Em parceria com Sidney Rocha, representante brasileiro da edição 2020, que também é juazeirense, a Secretaria de Cultura de Juazeiro do Norte apontou alguns autores caririenses para a curadoria do festival. Como afirma Avelina Ferraz, curadora do FFIL, “o nome do escritor brasileiro vem no sentido da escolha do juri e dos consultores do Prêmio Guerra Junqueiro. Os critérios são iguais para todos os países da lusofonia. Ou seja, o segmento da vida e da obra de Guerra Junqueiro. Um poeta revolucionário, humanista, com fortes proporções de intervenção social, mas também, ao mesmo tempo, um poeta lírico e filosófico”.

De acordo com Vandinho Pereira, secretário de Cultura, é uma imensa alegria ter um representante da cidade na premiação. “É algo bastante alegrador, especialmente quando observamos o momento atual, em que as verbas para cultura são cada vez mais escassas. O feito de Abraão nos estimula a lutar para que a cultura e a literatura da nossa região sejam cada mais conhecidas e valorizadas, do Brasil ao mundo”.

O juazeirense receberá o prêmio durante a programação da Semana Literária, organizada pela Secult, em parceria com a Biblioteca Pública Municipal Possidônio da Silva Bem.

Sobre o escritor

Abraão Batista é um dos maiores cordelistas brasileiros. Além de poeta, xilógrafo, gravador, escultor, ceramista e professor aposentado. Iniciou em 1968. Publicou seu primeiro livro, O Menino Monstro, em 1970, e publicou mais de 300 cordéis.

Filho de uma apreciadora de Cordel, Abraão teve a mãe com inspiração. O ofício do cordel passou de geração em geração e o filho, Hamurábi Batista, e a neta, Jarid Arraes, também estão rimando.

O autor aprendeu a fazer escultura e como fazer xilogravura vendo Noza, um dos maiores mestres de artesanato juazeirense, trabalhar. Abraão foi o primeiro a escrever sobre Seu Lunga, “o homem mais zangado do mundo”, como escreveu o cordelista.

 

ABRAÃO BATISTA


ABRAÃO Bezerra BATISTA nasceu aos 4 de abril e 1935, em Juazeiro do Norte - Ceará. Perdeu o seu pai, Abdias Bezerra Baliste (de Natal-RN)

aos 7 anos de idade. A sua mãe, Maria José da Conceição, pernambucana da zona da mata (Barra do Chata- Agrestina) conseguiu proporcionar estudos para os seus seis filhos (quatro homens e duas mulheres). O primeiro grau cursou em Juazeiro do Norte e o segundo grau no Liceu do Ceará, em Fortaleza (capital).

 Na Universidade Federal do Ceará concluiu o curso de Farmacêutico Bioquímico. Como farmacêutico exerceu o magistério público e particular  - como professor de Física e desenho geométrico e projetivo. 

Posteriormente foi professor de Ecologia e Biofísica na Universidade Regional do Cariri  (URCA). 

Foi na sua infância que as letras e artes apresentaram os seus primeiros brotos. Ora desenhando nas horas das aulas enfadonhas; oras fazendo

"negos" de barro para brincar com o seu grande amigo Jesu Sisnando. Com o tempo as suas tendências nas artes plásticas foram se acentuando. Hoje, Abraão Batista extravasa os seus pensamentos, ora no cordel, ora na xilogravura, ora na pintura e escultura. Um teclado que mostra muito bem, o cosmo deste brasileiro nordestino.

 

 

BATISTA, Abraão.  A anatomia do frevo.  Xilogravuras de Abraão Batista.  Juazeira do Norte, CE: Edição do Autor, 2006.  120 p.  ilus. p&b  16x26 cm.   Impresso na Gráfica Nobre. Col. A.M.  Edição alternativa.

 

matéria publicada em https://iderval.blogspot.com/2021/05/escritor-juazeirense-vence-premiacao. dia 06 de maio de 2021

domingo, 9 de maio de 2021

E hoje João Gondim Machado foi chamado para retornar à Casa do Senhor


E hoje João Gondim Machado foi chamado para retornar à Casa do Senhor, poupando-o das dores de um câncer fulminante (metástase).


"Sem dúvida alguma, o coração mais doce e leve da família parou de distribuir seu imenso estoque de afeto, gentileza e bom humor. "

Nesses tempos difíceis , só a fé vivenciada principalmente pela matriarca , para fortalecer e confortar a família enlutada ainda pelo falecimento recente de Anchieta Machado ( 22 de março), sofre mais essa dolorosa perda.
A emoção , as vivências , os laços , e a lembrança de sua longa e rica trajetória permanecerá . Nossos sentimentos a toda família.