'Não deixai que nosso Brasil se perca nas chamas', diz arcebispo em sermão do dia da padroeira na Basílica de Aparecida
Dom Orlando Brandes também afirmou que impunidade 'está voltando' e criticou fake news, idolatria de autoridades e feminicídio.
Por G1 Vale do Paraíba e Região
O arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, criticou as queimadas durante o sermão da missa solene do Dia da Padroeira no Santuário Nacional, maior templo católico do país.
"Não deixai que nosso Brasil se perca nas chamas. O Pai disse assim: Faça-se as árvores e o homem ganancioso disse cortemos as árvores", disse Dom Orlando Brandes.
12 de outubro na Basílica de Aparecida, SP — Foto: Thiago Leon/Santuário Nacional
"Vamos usar a veste da verdade, não de fake news, não de mentiras, a couraça é nossa justiça, diz Paulo apóstolo. Justiça para ver menos desigualdades sociais. Nas nossas mãos, a espada do espírito para a gente então se despir de tudo que é idolatria. Às vezes idolatramos até pessoas, raças, autoridades. Tomam o lugar de Jesus esses ídolos que nos destroem. Diz Paulo, temos os pés calçados com a paz. Por isso é preciso exorcizar o feminícidio, tudo que é tipo de violência", afirmou no sermão.
fonte : matéria publicada em Por G1 Vale do Paraíba e Região
Dados são do consórcio de veículos de comunicação que faz um balanço diário a partir de informações colhidas pelas secretárias de saúde estaduais
O Brasil ultrapassou, neste sábado (10/10), a marca de 150 mil mortos por covid-19, setes meses depois de confirmar o primeiro caso da doença causada pelo novo coronavírus e dois meses após registrar 100 mil óbitos pela pandemia.
Os dados são do consórcio de veículos de comunicação que faz um balanço diário a partir de informações colhidas pelas secretárias de saúde estaduais. Na sexta-feira, esse relatório apontou um total de 149.692. A marca de 150 mil vítimas foi ultrapassada após atualizações de dados em 10 estados: Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.
De acordo com o consórcio, a pandemia tirou a vida de 150.023 brasileiros. Já o total de pessoas infectadas é de 5.073.483. Como os dados de outras 17 secretarias ainda não aparecem no balanço, o número deve subir até o fim do dia.
Os dados de toda a América Latina e Caribe também apresentaram um novo marco neste sábado. Segundo contagem feita pela agência de notícias France Presse, a região mais afetada no mundo pela pandemia alcançou10 milhões de casos de coronavírus.
matéria publicada em www.correiobraziliense.com.br/brasil/2020/10/4881340-brasil-tem-mais-de-150-mil-mortos-e-5-milhoes-de-infectados-por-covid-19
Ceará chega a 259,7 mil casos confirmados de Covid-19, e tem 9.133 mortes pela doença
O Estado tem 224.130 pessoas recuperadas da enfermidade.
O Ceará chegou a 259.767 casos confirmados de Covid-19 e 9.133 óbitos em decorrência da doença. Já são 224.130 pessoas recuperadas da enfermidade. Os dados foram extraídos da plataforma IntegraSUS, da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), atualizada às 18h23 deste sábado (10).
O número de casos notificados, desde o início da pandemia, é de 795.085. O Estado realizou 869.827 testes para identificar o novo coronavírus. A plataforma indica que existem ainda 59.175 casos suspeitos e 591 mortes em investigação.
Em comparação com a atualização anterior, realizada às 9h44 deste sábado (10), foram notificados 534 casos e três mortes da doença.
As cidades com maiores incidências de casos confirmados, em números proporcionais a 100 mil habitantes, são Acarape (12.760,4), Frecheirinha (10.787,4), Crateús (7.583,2), Groaíras (7.164,8) e Quixelô (6.719).
Em seguida no número de casos está Juazeiro do Norte, no Cariri, com 15.835 diagnósticos positivos. A cidade tem incidência de 5.774,8 e já confirmou 287 mortes. Crato, na mesma região, contabiliza 6.986 casos, 89 óbitos e incidência de 5.287,5.
Sobral, na Região Norte, aparece em terceiro lugar no ranking de casos (12.398) e óbitos (312). A cidade tem incidência de casos de 5.933,9.
Na macrorregião de Fortaleza, as cidades com mais casos da Covid-19, além da capital, são Maracanaú (7.098), Caucaia (6.042) e Maranguape (4.946). Caucaia é a segunda cidade em óbitos pelo novo coronavírus, com 347 falecimentos, e tem incidência de 1.671,8.
Maracanaú registra 250 óbitos e tem incidência de 3.114,7. Em Maranguape, cidade com 3.834,8 de incidência de casos, 116 pessoas não resistiram à infecção.
Veja outras informações da plataforma:
A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 64,24%;
A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 33,18%;
A letalidade da doença no Estado é de 3,5%
Não há mortes confirmadas pela Covid-19 nas últimas 24 horas.
Os números apresentados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.
Retomada
Todas as regiões do Ceará estão na quarta e última fase do plano de retomada da economia. Nesta etapa, a maior parte das atividades são permitidas, mas com restrição de horários e com medidas de segurança sanitária, como uso de máscara e disponibilidade de álcool em gel. A abertura de bares ainda não é permitida e algumas séries voltaram a ter aulas presenciais em escolas particulares neste 1º de outubro. Neste sábado (3), o governador Camilo Santana ampliou a quantidade de público permitida em eventos.
Colégio Da Polícia Militar Cel Hervano Macedo Junior classificado
entre As 100 Melhores Escolas do Brasil e 13ª no Estado do Ceará
As Escolas Técnicas
Estaduais (Etecs) do estado de São Paulo estão entre as melhores escolas de
ensino médio do Brasil, segundo os resultados do Índice de Desenvolvimento da
Educação Básica (Ideb).
imagens da mídia do Colégio Militar
Os dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) na terça-feira (15/9)
mostram que a média do Ideb das 166 Etecs participantes é 6. Esse índice está
acima da média das escolas de ensino médio do Brasil (4,2) e acima dos
resultados de todas as regiões do País: Norte (3,6), Nordeste (3,9),
Centro-Oeste (4,4), Sul (4,4) e Sudeste (4,4). Também é superior à média das
escolas do estado de São Paulo, que é 4,6.
A classificação se dá de acordo com o desempenho dos alunos nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
O Ideb foi criado em 2007 para monitorar o desempenho da educação no Brasil. O
indicador reúne o fluxo escolar (aprovação, retenção e evasão) e as médias de
desempenho nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Escritor cearense Sidney Rocha é reconhecido em Portugal pelo conjunto da obra
Legenda: Cearense foi homenageado na XII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco (2019). Ele também dirige a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe)
Foto: Anny Stone
O feito tão expressivo resgata uma caminhada com mais de quatro décadas de dedicação à literatura. Nascido em Juazeiro do Norte, Sidney tinha coisa de oito anos quando concebeu a primeira obra. A feitura de um cordel despertou o entendimento da literatura enquanto ofício. Anos depois, decidiu por viver em Recife. Àquela altura, a capital pernambucana era solo fértil nos campos político e cultural.
Contista, romancista, editor, roteirista. Trabalhos traduzidos para o inglês, alemão e espanhol. Entre os títulos lançados constam "Sofia" (1994, Prêmio Osman Lins) e duas trilogias. Uma de contos, constituída por "Matriuska" " (2009), "O destino das metáforas" (2011, Prêmio Jabuti de Literatura) e "Guerra de ninguém" (2015).
No território do romance, consta a trilogia que já soma mais de 15 anos de esforços. São "Fernanflor" (2016), "A estética da indiferença" (2018) e a conclusão, ainda sem título definido, que está nas mãos do editor, Samuel Leon, da Iluminuras. Sidney editou mais de 300 títulos, incluindo a iniciativa que é considerada um dos maiores projetos do Ministério da Educação (MEC): a coleção Educadores.
No território do romance, consta a trilogia que já soma mais de 15 anos de esforços. São "Fernanflor" (2016), "A estética da indiferença" (2018) e a conclusão, ainda sem título definido, que está nas mãos do editor, Samuel Leon, da Iluminuras. Sidney editou mais de 300 títulos, incluindo a iniciativa que é considerada um dos maiores projetos do Ministério da Educação (MEC): a coleção Educadores.
O acervo foi distribuído para mais de 170 mil escolas públicas da educação básica. O legado dos principais educadores brasileiros chegou a cinco mil bibliotecas públicas municipais, além de universidades e movimentos de defesa da educação. Aqui, adentramos uma das grandes causas do cearense, a defesa da educação. Sidney mantém cursos de leitura e escrita criativas nas escolas estaduais como parte de sua militância cultural.
Que momento?
O contato com a lida de Sidney descortinou a jornada de um autor mergulhado no embate contra as muitas injustiças desse Brasil. O Prêmio Literário Guerra Junqueiro é de suma importância. Entretanto, o momento é grave. São mais de cem mil brasileiros mortos. "É o momento de um reconhecimento não de minha trajetória, dos meus romances, de uma trajetória pessoal, mas coletiva", defende.
O embasamento da luta mantida pelo cearense permite outras percepções acerca da premiação. "É o reconhecimento de que esse país chamado Nordeste ou Ceará ou Pernambuco é um lugar importante para novas construções da língua portuguesa. Um Sertão-todo-lugar silenciado por outros brasis cujas elites cultivam secularmente as desigualdades sociais, mas que pode, pela força de nossas subjetividades, dos esquecidos troncos linguísticos, indígenas, se reconhecer numa língua viva".
Uma velha urgência também é iluminada por conta da premiação. Sidney escancara a lusofobia que ainda atrasa o Brasil. "Ele vem no momento onde é necessário repudiar os preconceitos, os exageros do nacionalismo, o extermínio de outras línguas, como as dos povos indígenas, sem língua e sem pátria, que estão sendo dizimados agora mesmo. É com esses mundos e desmundos que minha vida & literatura e ficção se relacionam, portanto. Este é o meu momento", diz.
O comprometimento do entrevistado com a educação nos entrega reflexões pertinentes. Andando pelo Brasil, falando de literatura, dando aulas em escolas públicas e nos cursos de leitura criativa, Sidney testemunha o quanto é preciso combater um tipo de idealização em relação à literatura. "É preciso desfazer certa ideia romântica de que a simples ideia de contar histórias torna alguém um escritor ou uma escritora. Não caia nessa. Os meios e a tecnologia vulgarizaram essa tolice, não? Fizeram estabelecer a fake-idea de que para se ser escritor ou escritora basta contar histórias. Ora, qualquer presidente da República pode contar uma história, mas isso não o torna um escritor".
Requer muito mais, salienta. "Escrever um romance de verdade não é uma conquista 'democrática', nada tem a ver com fazer justiça com os meios e os povos. Escrever é resultado de vivência, de fracassos, premeditados e não, de intenção concentrada", reflete o juazeirense.
Devoção
Sidney costuma observar que sua religião é a literatura. Mas, a Igreja é a escola pública. Pergunto sobre mercado editorial e educação. Gentilmente, o autor detalha que é a escola quem vai mudar a cara do Brasil. "Embora minha literatura não tenha filiações, esse velho militante continuará lutando pela escola pública, pelo ensino gratuito, pelo direito à leitura literária. Se algum dia me prenderem de novo, me tirarão da escola, não do trono de um apartamento, vendo série de Netflix", arremata.
Além da conclusão da trilogia, outros trabalhos protagonizados pelo cearense devem ser concretizados em breve. Uma tradução de "Fernanflor" deve sair na Colômbia e um livro de contos será traduzido para o inglês por volta de outubro.
Uma robusta História em Quadrinhos (na conta das 300 páginas) está em produção junto com a parceria de Greg Vieira. Uma adaptação da novela gráfica para os cinemas pode ser outra área de ação. A trajetória entre diferentes mídias ou plataformas é uma marca.
"Meus romances não são livros, são linguagem. Livros devem interessar aos livreiros. Escritores e escritores precisam se entender com a linguagem e não importa se escrevemos com a caneta, o teclado ou a luz. E como nem tudo precisa se transformar num livro, ou alteramos essa ideia antiga de "livro" sob risco de não ampliarmos esse conhecimento. E a literatura há tempo que não é essa linguagem tão normativa. O reino do escritor não é sequer a língua, essa sim, normativa, mas a linguagem. Nela, cabe tudo".
Uma premiação no estrangeiro aproximou-me da história desse cearense. Seus livros e a intermitente coragem por justiça falam alto. Sidney Rocha fala com carinho de Juazeiro do Norte e do apoio da Secretaria de Cultura do município nesse precioso e consciente momento. "Esse Prêmio me dá a sensação de estar voltando para casa", finaliza.
Numa tarde de domingo sem a presença maciça de seus devotos, segue São Francisco o santo protetor dos animais e pequeninos.
Com o andor homenageando aos que construíram uma história como o Papa Francisco, irmã Dulce, passando por todo pessoal da saúde, nosso poeta Pedro Bandeira e milhares que se foram neste momento e tantos anônimos, talvez para algum de nós, mas que É amor , pai, mãe, irmã(o), esposa(o), parente e amor de alguém de uma vida que se foi num momento de medo e incerteza, vem São Francisco nos lembrar de todo esses pequeninos e grandes cristãos.
O câncer demama é o mais comum entre as
mulheres no mundo e no Brasil. Depois
do câncer de pele não melanoma, responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.
Para estimular a detecção precoce da
doença e conscientizar a população, começa, neste mês, a campanha Outubro Rosa.
Neste ano, a ação terá como tema "Câncer demama: vamos falar sobre isso?".
A mensagem reforça o debate
para que a população participe ainda mais das atividades
promovidas em todo o País. Além de enfatizar
a importância de a mulher
conhecer suas mamas e ficar atenta
às alterações suspeitas. As ações de conscientização
visam disseminar o maior volume possível de informações
sobre acesso aos serviços de diagnóstico
e de tratamento, contribuindo para a
redução da mortalidade.
O câncer demama é uma doença causada pela
multiplicação de células
anormais da mama, que formam um tumor. Há vários
tipos de câncer demama.
Alguns tipos têm desenvolvimento
rápido enquanto outros são mais lentos.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados
57.960 casos novos de câncer demama este
ano no Brasil. A idade é um dos
mais importantes fatores de risco
para a doença (cerca de quatro em
cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco
da doença são fatores ambientais e comportamentais, Fatores da história
reprodutiva e hormonal e Fatores genéticos e hereditários.
Em grande parte dos casos, o câncer demama quando detectado em fases iniciais há mais
chances de tratamento e cura. Todas as
mulheres, independentemente
da idade, podem
conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres demama é descoberta pelas próprias mulheres.
Mamografia Para
mulheres entre 50 e 69 anos, a indicação do Ministério da Saúde é que a mamografia de rastreamento seja realizada a cada
dois anos. Esse exame pode ajudar
a identificar o câncer antes do
surgimento dos sintomas.
O Sistema Único de Saúde (SUS) garante a oferta
gratuita de exame de mamografia para as mulheres
brasileiras em todas as faixas etárias. A recomendação, por parte dos médicos,
é que a avaliação seja feita antes dos 35 anos somente em casos específicos.
Sintomas Durante
o autoexame, é possível verificar se há indício de alguns dos sintomas, como presença de caroço (nódulo) fixo, endurecido e,
geralmente, indolor; pele da mama avermelhada,
retraída ou parecida com casca de laranja;
alterações no bico do peito (mamilo); e pequenos nódulos localizados embaixo
dos braços (axilas) ou no pescoço.
Outubro Rosa O
movimento popular Outubro Rosa é internacional, começou na década de 1990 para estimular a participação da
população no controle do câncer demama. Anualmente, várias atividades são realizadas com o objetivo de compartilhar informações sobre o
câncer demama, promover a conscientização sobre a
doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento
e contribuir para a redução da mortalidade.